CRISTÃO FRUTÍFERO

“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador… Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer…Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos”. (João 15.1,5,8)
“Ao perdermos o interesse apaixonado pelo nosso semelhante perdemos a capacidade de sermos felizes” (A. Montagú)

Há um verdadeiro descaso pelas igrejas hoje. Muitas pessoas ignoram-nas ou as denunciam como relíquias, irrelevantes, ou hipócritas. Ao pensarmos sobre essas palavras uma pergunta vem a mente: será que o plano de Jesus fracassou?

Muitas pessoas, no Brasil bem como assim fora dele, procuram soluções para suas frustrações pessoais e para os problemas que abalam as nações. Elas deveriam buscar uma comunidade cristã para lhes dá uma palavra vinda de Deus mas, assim não fazem porque acham que elas são irrelevantes à sociedade pós cristã.

Dizem que as igrejas só iludem as pessoas fracas que não conseguem enfrentar as duras realidades de uma sociedade capitalista e selvagem. Outros dizem que elas são instrumentos que contribuem para perpetuar as tradições opressoras e a intolerância.

A maioria das pessoas não encaram as igrejas como uma alternativa à decadência encontrada na sociedade mas vê os cristãos como apenas mais um elemento da engrenagem determinista da sociedade.

No entanto, houve uma época em que os cristãos eram conhecidos como “estes que têm alvoroçado o mundo” (Atos 17.6). Infelizmente essa realidade não é mais aplicada ao cristianismo. O que aconteceu? O que deu errado? Onde os cristãos se desviaram?

Será que não está na hora de retornar ao antigo caminho? Aquele antigo hábito de impactar a sociedade e dá a ela a alternativa divina?

É preciso que os cristãos mantenham a visão de Deus para seu povo. A visão de uma igreja viva, bíblica, autêntica, graciosa e relevante. Uma igreja onde Deus é glorificado em cada área da vida por todos os dias da semana e onde a adoração seja espontânea e fervorosa e a evangelização seja tida como um estilo de vida e não uma opção.

Essa é a visão que deve nortear a Igreja de Deus no Brasil e no mundo. Isso só será possível se cada crente buscar de Cristo o poder e a capacitação para refletir a gloria de Deus na profissão, no estudo, nos relacionamentos e em seus projetos.

Por Rev. Antônio Carlos Lima, Pastor da Igreja Presbiteriana Conservadora de Antonina- Paraná; via: http://bibliateocentrica.blogspot.com.br; adaptação para o blog: rev.Ronaldo P. Mendes

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